A raiva corrói a alma e fere quem sente. Tivesse eu uma pedra em vez de coração, e verias em mim, tudo aquilo que dás para matar. No meu caminho nunca cruzei tal pessoa vazia, completamente desnuda de honestidade, verdade e decência. Privada do que nasce connosco: Dignidade.
Os trapos que vestem tal corpo imundo, deveriam vir etiquetados acusando o energúmeno que és.
Queria te saber em rasto de lume bravo, em falésia de monte esquecido, em corda de pescoço partido. Queria te em cinzas de um sonho mau e não no mesmo sopro de vida que eu.
Antes matasse.
Porque depois só resta a dor de quem sente. De quem no fundo sangra por sentir. De quem preferia ser crua para poder, e não apenas ser. De quem não consegue odiar para além de meras palavras, momentaneamente sentidas perante um ser tão sujo e pequeno.

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